No SplitTalks 8, a SplitC mostrou como automatizar remuneração variável (RV) em operações típicas de corretoras e bancos, especialmente quando o pagamento não é só para vendedores CLT, mas também para parceiros externos como escritórios, correspondentes bancários (corban), bankers, canais B2B e outras empresas que recebem repasses (rebates).

O episódio começou com um panorama do que a SplitC faz e por que esse tema vira uma dor rapidamente: a maior parte do mercado ainda calcula RV em planilhas, troca validações por e-mail e depende de processos manuais para fechar, revisar e pagar. Conforme o número de parceiros cresce, manter uma planilha por parceiro deixa de ser “trabalhoso” e vira simplesmente inviável.

Na demonstração ao vivo, a SplitC reforçou o fluxo que organiza toda a operação: puxar dados (por API, banco de dados ou planilha), calcular em um motor de regras configurável, dar transparência em dashboards personalizados e, por fim, enviar os valores para pagamento via integração com ERP ou banco (ou por arquivo). A ideia é transformar complexidade de cálculo em configuração de tela, reduzir dependência de fórmulas gigantes e criar um processo mais robusto para escalar sem travar o time.

Uma parte importante do encontro foi a transparência para parceiros e liderança: dashboards com controle de acesso (cada parceiro vê apenas seus dados; líderes podem ver seus times), e a função de “personificar” usuários para validar exatamente como cada perfil enxerga a plataforma. Também apareceu um ponto muito comum no financeiro: separar períodos e rotinas de pagamento (ex.: fixos em uma data e variáveis em outra), inclusive com segmentação por CNPJ, times e modelos diferentes.

Além do ganho de eficiência, o SplitTalks 8 destacou um benefício prático recorrente: prevenção de erros de cálculo. Na implantação, a SplitC costuma bater os últimos meses e, nesse processo, encontra divergências comuns de planilha (referências quebradas, cópia de fórmula, soma errada), inclusive em valores relevantes em operações de repasse entre empresas.

Por fim, o episódio entrou em “gestão de documentos” para parceiros: centralizar o envio de notas fiscais dentro do fluxo de pagamento, com aprovação/reprovação e comunicação automática, sem caça a e-mails. E fechou com o que vem por aí no roadmap: validação automática de nota fiscal com alertas, para acelerar pagamentos e reduzir retrabalho no backoffice. Também foi comentada a possibilidade de integrações para emissão de NF via APIs de terceiros, dependendo do cenário.

FAQ

1. A SplitC funciona para repasses a parceiros (corban, escritórios, canais)?
Sim. O foco do episódio é justamente automatizar RV e repasses para parceiros externos (empresas/PJ), além de modelos internos quando necessário.

2. Os dashboards são “ao vivo” ou precisam de upload manual?
Depende da fonte. Se houver API ou conexão com banco de dados, dá para agendar sincronização automática. Se não houver, você pode subir planilhas e ainda automatizar grande parte do processo.

3. A SplitC emite nota fiscal ou só recebe/valida?
Hoje, o uso mais comum é receber/organizar as notas dos parceiros dentro do fluxo de pagamento. Integração para emissão pode ser feita via APIs externas (dependendo do cenário), e há evolução no roadmap para validações automáticas.