SplitTalks #28: em que nível está a maturidade da sua remuneração variável?
Nesta edição do SplitTalks, Gabriel Segers, co-fundador e CEO da SplitC, recebeu Ana Cláudia Peixoto, fundadora e diretora da Raízes Humanas, para uma conversa sobre maturidade nos processos de remuneração variável.
Ao longo do encontro, eles discutiram como a falta de regras claras, rastreabilidade e transparência pode gerar retrabalho, erros, perda de confiança e até impactos financeiros para as empresas.
A conversa apresentou os quatro pilares usados para avaliar a maturidade de uma operação: design das regras e cálculos, dados e rastreabilidade, eficiência operacional e transparência para os recebedores.

Também foram apresentados os cinco níveis da escala, que vão desde operações caóticas, dependentes de decisões arbitrárias e processos manuais, até estruturas otimizadas, previsíveis e totalmente conectadas à estratégia da empresa.
Com exemplos práticos e experiências reais, Gabriel e Ana mostraram que evoluir não significa automatizar tudo de uma vez. O primeiro passo é criar regras objetivas. Depois, é preciso documentar responsabilidades e critérios, estruturar os dados, automatizar o processo e, por fim, conectar a remuneração variável aos objetivos do negócio.

A edição também reforçou que empresas não precisam esperar crescer para organizar seus processos. Quanto mais cedo as regras e responsabilidades estiverem estruturadas, menor será o esforço necessário para escalar a operação com segurança.
Ao final, os participantes tiveram acesso ao Diagnóstico de Maturidade em Remuneração Variável, que ajuda a identificar o estágio atual da operação e os principais pontos que precisam evoluir.
É possível acessar o diagnóstico e o ebook pelos links abaixo:




